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Revista Ouse Mais - Astrologia Empresarial PDF Imprimir E-mail

Acredite se quiser: a astrologia vem sendo usada por algumas empresas no processo de seleção dos funcionários. Saiba tudo sobre essa tendência
O que parece absurdo aos olhos dos céticos, para outras pessoas significa coisa séria. Polêmico, o assunto merece destaque. Tanto que rendeu pesquisa na Faculdade de Economia e Administração (FEA) da Universidade de São Paulo e trouxe à tona uma prática aplicada às escondidas nas salas de recrutamento e seleção.

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O estudo pioneiro apresentado na FEA foi defendido na tese de pósgraduação de Elenir Honorato Vieira, assistente social da Petrobras e professora de Administração Geral da Faculdade Municipal de São Caetano do Sul (SP). "Trabalho há bastante tempo em Recursos Humanos e percebi uma grande oferta de práticas alternativas para a área.

De acordo com uma pesquisa da USP, as organizações mais tradicionais resistem à astrologia e a outras técnicas esotéricas

Quando fiz meu doutorado, resolvi pesquisar o tema mas não encontrei nada", conta. No lugar de desanimar Elenir, a dificuldade em conseguir dados para desenvolver sua tese estimulou- a ainda mais para buscar quem empregasse métodos pouco ortodoxos na admissão dos funcionários. "O retorno foi mínimo. As respostas que obtive diziam não fazer uso de técnicas sem pesquisa científica. Isso me levou a procurar quem oferece o serviço, ou seja, os astrólogos.

Por meio deles, finalmente cheguei às empresas", comenta ela, lembrando que todas pediram de antemão para não serem citadas na pesquisa. Mas por que ninguém declara usar o mapa astral na hora de contratar alguém? "A empresa utiliza a astrologia mas a vê com preconceito, por isso não assume", acredita a orientadora Clene Salles (SP), especializada em desenvolvimento de QS (inteligência espiritual). O medo da concorrência também impede que a 'arma' seja mostrada.

"O empresário não quer que o concorrente conheça suas ferramentas de trabalho", explica o astrólogo Ivan Freitas (SP). Nem sob tortura, ele e outros profissionais abremo jogo e dão o nome dos seus clientes. "Firmamos contrato de sigilo. A única coisa que posso dizer é: há empresas de todos os portes", sentencia.

A HORA DA ESCOLHA
Conforme a pesquisa da USP, as organizações mais tradicionais resistem à astrologia e a outras técnicas que denominam esotéricas. Talvez por esse motivo os headhunters (especialistas em recolocação de executivos no mercado de trabalho) neguem a prática. "Até hoje não tivemos contato com esse método nos processos de avaliação que coordenamos", afirma o sócio-gerente da Horton International Hélio Castro (SP). "Não se trata de uma tendência, mas algo esporádico", acredita o consultor de Recursos Humanos Laerte Cordeiro (SP).

O que os headhunters apontam é uma tendência ao abandono dos testes complexos e que levam horas para serem concluídos, como o "Rocha", no qual a pessoa deve identificar o que vê em desenhos parecidos com borrões, entre outras questões. "Quanto mais se sobe na carreira, menos testes são aplicados", destaca Hélio Castro. Assumidas ou não, "as práticas alternativas são apenas complementos, não substitutos dos procedimentos normais de avaliação", avisa a pesquisadora da USP, que levantou também a presença da grafologia e da radiestesia no processo seletivo.

 

POR OUTROS MÉTODOS
A astrologia não é o único recurso utilizado pelas empresas. Veja o que também anda em uso:
GRAFOLOGIA - Umas das ferramentas mais utilizadas em Recursos Humanos de pequenas, médias e grandes empresas. É a análise da personalidade do candidato por meio do estudo dos traços da sua escrita.
 Como é empregada: durante os testes, a pessoa redige uma carta de próprio punho que será analisada pelo grafólogo. Entre outras informações, pode identificar a adaptação do candidato a normas e valores, criatividade, dinamismo, autenticidade e a liderança.


RADIESTESIA - Técnica que utiliza instrumentos como pêndulos, varetas e mapas para detectar e corrigir vibrações energéticas emitidas pelo organismo ou pelo ambiente.
 Como é empregada: o especialista recebe o material referente ao candidato e verifica a energia emitida por ele.

Assim, quando você se candidata a uma vaga, geralmente preenche uma ficha, passa por uma entrevista, tem suas referências checadas e faz testes básicos que detectam habilidades e experiência e dependem do cargo pretendido. Só na fase final entraria a análise do perfil comportamental com ajuda do mapa astral ou de outras técnicas. Em outras palavras, a astrologia faz um diagnóstico da personalidade do candidato. "O mapa astral é a descrição psíquica da pessoa, é um instrumento para adequá-la à função", esclarece Rosa di Maulo (SP), alertando que o astrólogo deve expor apenas o que for direcionado ao trabalho.

Se isso não acontece, aí mora o perigo. "Astrólogos inexperientes e sem ética podem prejudicar o candidato", confirma Clene Salles. "O profissional de astrologia não deve colocar seu próprio questionamento nem permitir que a análise seja usada como objeto de poder e de manipulação pelo empregador", acrescenta Rosa di Maulo. Para Ivan Freitas é improvável que isso aconteça. "As informações são focadas no que interessa para o empresário: se a pessoa é confiável e se tem criatividade, por exemplo.

Quando preencher seus dados na ficha, se pedirem dia, mês, ano, horário e local de nascimento é quase certo que você poderá ser avaliada por um astrólogo

E a empresa deve ser cuidadosa na escolha do analista, procurar referências, informar-se no Sindicato dos Astrólogos", defende. Segundo ele, às vezes o candidato não está no seu melhor momento, mas o emprego poderá ser dele, caso o empregador saiba que vale a pena investir nele. Apesar da polêmica e do mistério que envolvem o assunto, não é impossível saber se você poderá ser avaliada por um especialista em astrologia.

Quando preencher seus dados na ficha, se aparecer dia, mês, ano, horário e local de nascimento, é quase certo que será. "Sem esses dados completos, especialmente a hora, o mapa sai errado", alerta Rosa di Maulo, destacando que a astrologia pode ser aplicada também para contratar, remanejar os profissionais dentro de uma mesma empresa, melhorar o relacionamento entre sócios e até definir estratégias.

 

UM POUCO DE HISTÓRIA
Ciência milenar, inicialmente a astrologia era empregada com fins meteorológicos e na agricultura. Aos poucos descobriu-se sua relação com as emoções das pessoas e sua importância foi aumentando. Só para ter uma idéia, os grandes imperadores contavam com astrólogos ou conselheiros que diziam em quem confiar e qual a melhor data para um ataque, por exemplo. Na época da Inquisição, porém, a astrologia foi considerada bruxaria pela Igreja e quase caiu em desuso. Retomou sua força e voltou à cena tempos depois. Já no século 20, o psicanalista Carl Jung deu seriedade ao estudo, apontando-o como valioso instrumento de conhecimento pessoal.

 

 
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Especializado em astrologia política, Ivan Freitas é categórico ao afirmar quem vencerá as eleições presidenciais: Dilma Rousseff (PT). Para dar razões à previsão, Freitas analisou o mapa astral dos candidatos e comentou os principais pontos (Leia mais...)

 
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Segundo mapa feito por especialista em astrologia política, movimento dos planetas é mais favorável para Dilma do que para Serra. O segundo turno da eleição presidencial já está definida. Pelo menos é o que mostram os mapas astrais de Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), feitos pelo astrólogo Ivan Freitas, especialista em astrologia política (Leia mais...)

 
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astrology2Esse adágio invocado por Ptolomeu e retomado por Tomás de Aquino foi até mesmo reformulado na Renascença: "O sábio rege sua estrela, o ignorante é regido por ela". Se a libertação humana passa pela realização de seu ser espiritual, não há dúvida de que o exercício astrológico contribui muito para isso ao nos ajudar a descobrir que tendências falam em nós quando agimos, que significação porta o ato. Também nos reunimos a Ptolomeu que, depois de ter dito que o sábio dominava os astros, havia acrescentado: "Sobretudo quando ele os conhece".

- Anna Barbault (1743 - 1825)

Nada existe e tampouco acontece no céu visível que não seja sentido, em algum momento oculto, pelos poderes da Terra e da Natureza.

- Johannes Kepler (1571 - 1630)

Não é necessário que lancemos o homem ao espaço interplanetário; não é necessário sequer que o tiremos de seu próprio país ou de seu lar, a fim de expô-lo à influência do cosmo. O homem está sempre no centro do universo, pois o universo está em toda parte.

- Giorgio Piccardi (1895 - 1972)

Aqueles que contestam a influência dos planetas, contradizem indícios irrefutáveis, que não deveriam ser negados por pessoas educadas e de opiniões esclarecidas.

- Tycho Brahe (1546 - 1601)

 
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